O ser humano é o valor primordial a ser considerado em toda e qualquer decisão ou proposta, em toda e qualquer teoria e prática.

Carta de Princípios do IBPB

Carta de Princípios

Nesta carta estão os princípios básicos que fundamentam a atividade cotidiana do Instituto, seu planejamento geral e as normas de conduta de diretores, professores e alunos:

Humanismo – o ser humano é o valor primordial a ser considerado em toda e qualquer decisão ou proposta, em toda e qualquer teoria e prática.

Natureza (Holismo) – somos parte de grupos humanos, somos parte da humanidade como um todo, que é parte dos seres vivos, partículas de um imenso universo. Não é possível entender cada um sem entender o todo.

Amor e Ódio – o ser humano possui uma forte propensão para o ódio, a inveja, a resignação e a destruição. Porém ainda mais fortes são as tendências para o amor, a esperança, a gratidão e a construção. Inclusive porque se assim não fosse, já teríamos desaparecido enquanto espécie há um longo tempo.

Vida – como seres vivos que gostam de viver e desejam propagar a vida, valorizamos o sexo, as crianças, o prazer e a vitalidade do organismo.

Razão e Emoção – já que somos seres racionais, é importante desenvolver a razão e o senso crítico, sem achar que isso esgota os horizontes. Uma pessoa racional usa, desenvolve e desfruta de todas as suas capacidades, incluindo aí os aspectos emocionais e irracionais da natureza humana.

Brincar – uma das peculiaridades do ser humano é a capacidade de brincar ao longo de toda a vida, de manter aspectos lúdicos em suas atividades, de rir de si próprio e do mundo. Entendemos que a manutenção e o desenvolvimento disto constitui um dos principais elementos da saúde mental e emocional.

Criatividade – seu desenvolvimento é talvez a única chance de dar conta dos desafios e complexidades da existência.

Singularidade – cada ser humano é único e deve ser compreendido e respeitado em sua especificidade.

Relação – o ser físico e psíquico é fruto de uma relação, forma-se e desenvolve-se por meio de relações, dá sentido à existência através de relações. Relacionar-se é para o humano como a água para o peixe.

Tolerância – contra o preconceito e a estreiteza de ideias, é fundamental sustentar e desenvolver a capacidade de aceitar, poder dialogar e enriquecer-se internamente com a diversidade de manifestações do fenômeno humano em seus aspectos étnicos, culturais, religiosos, sexuais, ideológicos e econômicos.

Respeito – na relação entre as pessoas, o ideal é que cada um tratasse seus semelhantes com amor e respeito. O amor se pode esperar, mas não se pode cobrar, pois não é possível controlar os sentimentos e acreditamos que a falsidade e a hipocrisia não são boas bases para a construção de uma relação verdadeira. Porém o respeito sim se pode exigir, e sua prática é uma condição essencial para uma convivência criativa e democrática.

Espontaneidade e Disciplina – são polos complementares e não antagônicos. Ser fiel à sua própria essência e permitir que o fluxo vital seja expresso nos grandes e pequenos gestos. Tornar-se capaz de cultivar o controle sobre si mesmo como forma de atingir metas mais elevadas e constituir uma presença construtiva no mundo.

Espiritualidade – este é um caminho que se apresenta a alguns no decorrer do desenvolvimento pessoal. Significa vibrar em si certas cordas sutis que re-ligam a uma ordem maior e que se manifestam especialmente nos pequenos gestos do dia a dia.

 

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